segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Soneto Nº1

E tudo o que existir
Devo igualar ao não existente
Porque tenho que atingir
De algum jeito o equivalente

E mesmo que um anjo passe
Com um ar de infindas alegrias
Espero que nunca impasse
Tremores de más energias

Por serem anjos talvez
Mas mesmo o próprio diabo
Iria gozá-lo.

Devo querer ajudá-lo
Que por menos deveria livrar-me
De todo o mal que há.

Cleiton Carlos.

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